É uma forte chuva que vai cair
É uma forte, é uma forte
E é uma forte, dessas fortes...
Ouvi o som de um palhaço que chorava no beco
Ouvi a canção de um poeta que morreu na sarjeta...
Ouvi muitos rindo.
Ouvi uma pessoa morrer de fome
Ouvi dez mil sussurrando
Ninguém estava ouvindo, cujas mãos estavam em brasa...
Ouvi mil bateristas
Que poderia afogar o mundo inteiro,
Ouvi o ronco de uma onda
E seu estrondo era um aviso:
Eu ouvi o som do trovão.
E o que foi que você ouviu meu jovem querido?
E o que foi que você ouviu meu filho de olhos azuis?
É uma forte, é uma forte
E é uma forte, dessas fortes...
Ouvi o som de um palhaço que chorava no beco
Ouvi a canção de um poeta que morreu na sarjeta...
Ouvi muitos rindo.
Ouvi uma pessoa morrer de fome
Ouvi dez mil sussurrando
Ninguém estava ouvindo, cujas mãos estavam em brasa...
Ouvi mil bateristas
Que poderia afogar o mundo inteiro,
Ouvi o ronco de uma onda
E seu estrondo era um aviso:
Eu ouvi o som do trovão.
E o que foi que você ouviu meu jovem querido?
E o que foi que você ouviu meu filho de olhos azuis?
De um amigo,
Ivan S. Netto
Ivan S. Netto

2 comentários:
Hey Ivan! I'm here. :)
Estava lendo seu blog e ouvindo o Álbum Branco. Foi uma linda impressão!
Gostei muito do que você escreveu no dia 19 de julho ("Guardei"). Realmente, nenhuma palavra é mesmo alto, muito alto.
Um Beijo,
Luciana.
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