sexta-feira, 11 de abril de 2008

Da luz

Ao dia me sento,
Escuto os pássaros.
À noite eu corro,
Escuto outros pássaros
Que cantam por aí.
Pela manhã sinto,
Eu vejo falta de sentido
Da noite-criança que termina
E vira um monstro.
Luz de cem homens sem haga,
Sem luz, só moedas.
Homens que não passeiam por escuro algum.



Amor,
Ivan Sander Netto.

1 comentários:

Anônimo disse...

Como essa extremidade o faz senti-lo/ Todo o dia/ De um lado que você não
queria estar/ Sem turbilhões/ Calma no maior tom/ E assim se tornando quem
você não quer/ E eu me pergunto se você está do meu lado/ Todo o dia/Em todas
as circunstâncias/ Você me baixa, baixa/ E não consigo levantar por um bom
tempo/:/ Diga-me como eu posso te conquistar/ Do que é que você gosta?/
Eu só preciso de alguém/ E se você quizer ficar sozinho eu entenderei/ Não
se preocupe eu não ligo para o que eles pensam/ E todo esse inferno que você
vive todo o dia/ Tentando provar quem é você/ Me diga qual é a razão disto?/
E quando o Sol bater na sua cabeça?/ Quando você tiver que enfrentar tudo
isso?/ Você pode ter alguém do seu lado/ E eu juro que eu estarei lá